Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos.

Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual esta midia concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos.

Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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Russia Versus Israel

segunda-feira, 31 de março de 2014

Documento de Doaçâo de Constantino comprova ser o papa de Roma a besta (Anticristo) 666

Vou colocar alguns textos sobre o assunto, retirados de vários estudos de nossos irmãos adventistas, entre outras fontes,  mas antes vou só fazer um comentário sobre uma falacia romanista usada para defender a igreja. Eles dizem, sem medo de se envergonharem, que não há como usar este documento como prova, por ser uma fraude. É tão descarado o argumento que deixa a gente envergonhado por estas pessoas. Não interessa a forma que surgiu o documento, o que interessa é que a igreja é responsavel pela fraude e por seu uso. Se o documento foi usado por  seculos e por 150 anos ela tentou suprimir literatura que contestava a sua autenticidade, logo o conteúdo dele é válido. O que valida o documento para efeito de prova é seu uso pela igreja.

Retirei de um site romanista este tipo de defesa: "Entretanto, o Papa jamais teve ou tem este título, pois o primeiro exemplo conhecido da frase Vicarius Filii Dei é na Doação de Constantino, e a própria Enciclopédia Católica afirma que 'muitas das críticas estudantes recente do documento, ou seja, Doação de Constantino, localize a sua composição em Roma, e atribuem a falsificação de um eclesiástico, chefe argumento de serem uma intrínseca: este documento falso foi composta em favor dos papas e da Igreja Romana, pois a própria Roma deve ter tido o interesse principal em uma fraude executada por um propósito tão claramente expresso.' agora datado entre o oitavo e nono séculos".  Fonte

 Observe que o romanista força o argumento em cima da falsificação, desconsiderando-se o uso do documento falsificado pela própria igreja. Por  seculos a igreja sustentou o titulo "Vicarius Fillii Dei", inclusive perseguindo e suprimindo literaturas que não reconheciam sua autenticidade.

 Texto 1: "E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis". (Apocalipse 13:16-18)

Texto 2
 
A IMPORTÂNCIA DE VICARIUS FILII DEI

       A importância do título VICARIUS FILII DEI pode ser vista na suposta razão dada por Constantino para conceder ao Papa Silvestre esse Palácio de Latrão, sua insígnia e os vastos territórios, ou seja, a crença de que o Papa foi constituído VIGÁRIO DO FILHO DE DEUS.
       Independentemente de quaisquer possíveis ligações entre o número da Besta e VICARIUS FILII DEI, persiste o fato de que o VIGÁRIO DO FILHO DE DEUS, estava inserido nos documento mais obviamente forjado, que tem servido historicamente para defender e reforçar a supremacia religiosa e temporal do Papa.
       A Doação foi demonstrada como sendo falsa em 1440 por Lorenzo Valla, um bibliotecário do Vaticano. Nesse ano ele publicou o seu Discourse on the Forgery of the Alleged Donation of Constantine [Discurso sobre a fraude na alegada Doação de Constantino], no qual enumerava o grande número de anacronismos históricos que perpassavam a obra. Por exemplo, o documento menciona Bizâncio como uma província, quando no quarto século era somente uma cidade, e refere-se à ‘Judéia’, embora ao tempo de Constantino os romanos se referissem a esse território como ‘Palestina’. Valla poderia ter acrescentado o fato de que Constantino nunca teve lepra, assim tornando impossível que o Papa Silvestre o tives]se curado de tal doença.
       Por mais de 150 anos a Igreja Católica tentou suprimir a obra de Valla, colocando-a no INDEX—a lista de livros proibidos. Finalmente, a Igreja Católica admitiu que A Doação de Constantino era uma fraude, mas somente após o Cardeal Cesare Baronio ter feito publicar sua famosa  Ecclesiastical Annals [Anais eclesiásticos] em 1592, no qual reconhece que a Doação é fradulenta.
       A importância da Doação de Constantino jaz no fato de que esse documento falsificado foi empregado por  10 papas, num período de seis séculos, para assegurar não só sua supremacia eclesiástica sobre todas as igrejas, mas também sua soberania política sobre o que se tornou conhecido como Estados Papais, que incluía a maior parte da Itália.

NEGAÇÃO DO USO DE VICARIUS FILII DEI POR CATÓLICOS

       Fontes católicas tendem a negar que VICARIUS FILII DEI, primeiro mencionada na forjada Doação de Constantino, tem sido empregada historicamente como um título do Papa. Essa negação não é de surpreender, porque a Igreja Católica tem um registro histórico de negar a verdade. Acabamos de mostrar que durante 150 anos a Igreja Católica negou ter produzido o mais famoso documento forjado da história européia.
       No artigo de capa da Envoy Magazine, tendo por título “Ficção Papal”,--em artigo especialmente direcionado aos adventistas--Patrick Madrid, editor da revista, escreve: “Vicarius Filii Dei, ou ‘Vigário do Filho de Deus’, não é agora e nem nunca foi, um título do bispo de Roma” (março/abril de 1998).
       Contrariamente à crítica da parte de nossos detratores, a frase VICARIUS FILII DEI tem de fato sido usada como um título papal oficial na literatura católica, inclusive o Corpus Iuris Canonici, ou seja, a Lei Canônica, que governa a Igreja Católica. A versão em CD deste estudo oferece documentação visual e escrita do uso constante desse título para reforçar reivindicações papais de supremacia espiritual e soberania temporal. Até  o falecido Papa João Paulo II emprega esse título em seu livro popular Crossing the Threshold of Hope [Atravessando o portal da esperança].
       A questão não é o emprego de VICARIUS FILII DEI como um título papal oficial, possivelmente inscrito mesmo em algumas tiaras ou mitras. Eruditos católicos competentes reconhecem o emprego da frase como um título papal oficial. Por exemplo, o Prof. Johannes Quasten, autoridade mundial sobre história da Igreja Católica, autor da série em quatro volumes Patrology, numa declaração redigida à mão escreveu: “O título [/i]VICARIUS CHRISTI[/i], bem como o título VICARIUS FILII DEI, é muito comum como o título do Papa”. Ele redigiu essa declaração numa folha com cabeçalho oficial da Universidade Católica da América, em Washington D. C. Num dos slides eu mostro a declaração escrita à mão do Prof. Quasten, que mais tarde teve firma reconhecida em cartório. 



Texto 3 

VICARIUS FILII DEI: 666, o número da Besta.

Apocalipse 13:16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receber uma marca na sua mão direita, ou nas suas testas:
Apocalipse 13:17 E para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tivesse a marca ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Apocalipse 13:18 Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
Note-se que de acordo com o versículo 17, há três diferentes características que distinguem a besta:
• A sua marca (de autoridade)
• O seu nome
• O número do seu nome (666). 
Alguns teólogos católicos romanos bramam e argumentam de forma irada, só não lançam na fogueira porque os tempos o não permitem. Tentam refutar que este número não se aplica ao que se senta no trono de Constantino. No entanto, todas as evidências o confirmam. Ora veja:
VICARIUS- TRADUÇÃO:

rime sanitati comperi restitutum mim, utile
cum una judicauimus nostris satrapibus
omnibus et Universo Senatu optimatibus É
et cuncto populo Romanae gloriae imperij
subiacenti, sicut ut in terris Vicarius Filii Dei
videtur ESSE Etiam constitutus et pontífices,
qui ipsius principes gerunt Apostolorum








Vicarius Filii Dei  usado duas vezes pelo Papa Paulo VI

 No Diário Oficial decretos papais


Vicarius Filii Dei foi usado duas vezes pelo Papa Paulo VI em documentos encontrados no site do Vaticano na internet. Trata-se da Constituição Apostólica, que são a maior forma de decreto papal oficial da Igreja Católica Romana e que sejam emitidas com a autoridade legal vinculativo. Historicamente, esses decretos eram conhecidos como bulas papais, o
nome referente ao selo de chumbo metálico (bula) ligado para autenticar o documento. Como regra geral, a legenda que se abre bulas papais normalmente lê:
NOME (sem número ordinal) episcopus, servus Servorum Dei, AD PERPETUAM REIMEMORIAM
Assim, a seguinte Constituição Apostólica começar:

PAULUS, episcopus, Servorum Servus DEI, PERPETUAM REI MEMORIAM AD
Paul, Bispo, servo dos servos de Deus, para a lembrança eterna do ASSUNTO


Bafianae (11 de janeiro de 1968) , o Decreto de Paulo VI eleva a Prefeitura Apostólica de Bafia , Camarões, para uma Diocese:
Acta Apostolicae Sedis , Officiale Commentarium, vol. LX (1968), n. 6, pp 317-319. Libreria Editrice Vaticana. ISBN 8820960680, 9788820960681.
Scans: Página de título - 317 - 318 - 319 .
Adorandi Vicarius Filii Dei et procurador, Quibus numen aeternum summam dedit Sanctae Ecclesiae, ...
Como o Filho de adoração do Vigário de Deus e Porteiro, a quem o divino eterno deu o posto mais alto da santa Igreja, ...
Rivi Muniensis (09 de agosto de 1965) , o Decreto de Paulo VI a criação do Vicariato Apostólico de Río Muni , Guiné Equatorial:
Acta Apostolicae Sedis , Officiale Commentarium, vol. LVIII (1966), n. 6, pp 421-422. Libreria Editrice Vaticana, ISBN 8820960664, 9788820960667.

Papa sentado na ex-catedra.
Trono de Cosntantino doado
à hierarquia da Igreja, este
era o Palácio de Constantino.
Scans: Página de título - 421 - 422 .
Qui summi numine Dei et locum principem voluntate em Christi Ecclesia, obtinemus, adorandi Filii Dei hic in terris Vicarii Successores Petrique, ...
Traduçâo
Nós, que o supremo Deus, providencialmente, vontades, e mantém, na posição de princípio sobre a Igreja de Cristo, o Filho de Deus, da adoração, Vigário (s) sobre a terra, o sucessor de Pedro (s), ... (CLICAR E VER)
Acta Apostolicae Sedis (Atos da Sé Apostólica) é a publicação oficial da Santa Sé, e os documentos nele publicados são consideradas autênticas e oficialmente promulgada. Vaticano web site para os seus arquivos secretos estima que o número total de documentos papais ser acima 30 milhões . Este é um número impressionante de documentos, e torna-o praticamente certo que Vicarius Filii Dei foi utilizado em outros documentos oficiais que ainda não foram descobertos.
DOAÇÃO CONSTANTINO

Declaraçao do batismo de Constantino.

A Doação de Constantino, tem duas partes: a primeira relata a história da conversão de Constantino alegada para a fé cristã, e é chamado o "Confessio". A segunda parte, o chamado "donatio", enumera a autoridade, privilégios e bens agraciado com o papado pelo imperador. Mais tarde, foi incorporada a maioria das coleções do direito canónico medieval católica (Anselmo, o Cardeal Deusdedit de (C. 1087), e Decretum de Graciano (c. 1148) também conhecido como Concórdia Discordantium Canonum). 
Universidade de Zaragoza Entrada Catálogo da Biblioteca Corpus Iuris Canonici . Decretum Gratiani, cum apparatu bartholomaei Brixiensis et Johannis Semecae, Basileae: Johannes Froben, 13 de junio 1493. (Contém download do documento completo. Formato djvu)
Constantino faz doação do seu Palácio (seta - vicarius filii dei).
Hoje, diocese
do bispo de Roma, igreja João de Latrão.
• Página digitalizada (gif.) - Distinctio 96 Vicarius Filii Dei (Citação de Doação de Constantino)
À direita é a página de Decretum de Graciano impressa em 1512 com o título Vicarius Filii Dei indicado pela seta. O volume total está disponível online em Bayerische Staatsbibliothek , o título aparece na foto 201 .
Estas são algumas provas, não todas, as suficientes para provar que o papa tem como 
 título "vicarius filii dei".













Texto 4:

 Documento Doação de Constantino em Latim e tradução

CONSTITUTUM CONSTANTINI



1. In nomine sanctae et individuae trinitatis patris scilicet et filii et spiritus sancti.

Imperator Caesar Flavius Constantinus in Christo Iesu, uno ex eadem sancta trinitate Salvatore domino deo nostro, Fidelis mansuetus, maximus, beneficus, Alamannicus, Gothicus, Sarmaticus, Germanicus, Britannicus, Hunnicus, Pius, Felix, Victor ac triumphator, semper Augustus, sanctissimo ac beatissimo patri patrum Silvestrio, urbis Romae episcopo et papae, atque omnibus eius successoribus, qui in sede beati Petri usque in finem saeculi sessuri sunt, pontificibus nec non et omnibus reverentissimis et deo amabilibus catholicis episcopis eidem sacrosanctae Romanae ecclesiae per hanc nostram imperialem constitutionem subiectis in universo orbe terrarum, nunc et in posteris cunctis retro temporibus constitutis, gratia, pax, caritas, gaudium, longanimitas, misericordia a deo patre omnipotente et Iesu Christo filio eius et spiritu sancto cum omnibus vobis.
Et dum haec praedicante beato Silvestrio agnoscerem et beneficiis ipsius beati Petri integre me sanitati comperi restitutum, utile iudicavimus una cum omnibus nostris satrapibus et universo senatu, optimatibus etiam et cuncto populo Romano, gloriae imperii nostri subiacenti, ut, sicut in terris Vicarivs Filii Dei esse videtur constitutus, etiam et pontifices, qui ipsius principis apostolorum gerunt vices, principatus potestatem amplius, quam terrena imperialis nostrae serenitatis mansuetudo habere videtur concessam, a nobis nostroque imperio obtineant; eligentes nobis ipsum principem apostolorum vel eius vicarivs firmos apud deum adesse patronos. Et sicut nostra est terrena imperialis potentia, eius sacrosanctam Romanam ecclesiam decrevimus veneranter honorare et amplius, quam nostrum imperium et terrenum thronum sedem sacratissimam beati Petri gloriose exaltari, tribuentes ei potestatem et gloriae dignitatem atque vigorem et honorificentiam imperialem.

TRADUÇÃO

Em nome da Santa e Indivisa Trindade, do Pai, do Filho e do Espírito Santo. O imperador César Flávio Constantino, fiel, pacífico máximo, benéfico, alamano, godo, sarmático, germânico, britânico huno, piedoso, feliz, vencedor é triunfador, sempre augusto em haMashiach Yeshua nosso Salvador, Senhor, YHWH [e] membro desta Santa Trindade [se dirige] através desta nossa Constituição imperial ao Santíssimo e beatíssimo Silvestre, sacerdote dos sacerdotes (57), papa e bispo da cidade de Roma, e a todos os Pontífices, seus sucessores, que ocuparão a sé de São Pedro até o fim dos tempos, a todos os reverendíssimos bispos católicos que amam a YHWH e súbditos em todo o orbe da terra à própria sacrossanta Igreja Romana e a todos os [bispos] já instituídos e que vierem a sê-lo no futuro, [deseja que a] graça, a paz, a claridade, a felicidade, a longanimidade [e] a misericórdia de YHWH Pai Omnipotente e de Yeshua haMashiach seu Filho e do Espírito Santo estejam com todos vós.

com os optímates e com todo o povo romano, súdito de nosso império, julgamos conveniente, considerando que Pedro foi instituído Vigário do Filho de YHWH na terra e os Pontífices actuam como vigários do próprio Príncipe dos Apóstolos, que recebam de nós e do nosso império um poder jurisdicional maior do que aquele que possui a terrena mansidão de nossa serenidade imperial. [Assim] escolhemos o Príncipe dos Apóstolos e os seus vigários como nossos firmes intercessores junto de YHWH. E tendo em vista que o nosso poder imperial é terreno, decretamos honrar com veneração a sua sacrossanta Igreja Romana e exaltar gloriosamente mais do que o nosso império e o nosso trono imperial.

Embora alguns digam que o documento "Doação de Constantino" seja fraudado ele existe e foi usado por Roma para se provar a hierarquia papal e neste documento diz que o Papa é o "substituto do Filho de D'us" interessante que em "VICARIVS FILII DEI" se pode se encontrar a soma do nº 666.


Portanto, nâo há o que discutir: o papa é o anticristo descrito em apocalipse 13:16-18. E se formos usar apocalipse 17:9, onde diz que a "mulher" (Igreja) "está assentada sobre sete montes", se confirma por completo. Somente Roma ostentou por muito tempo o idílico termo "Roma, a cidade eterna das sete colinas". Nomes dos montes de Roma: Aventino, Capitólio, Célio, Esquilino, Palatino, Quirinal, Viminal


Texto 5

A Babilônia espiritual: Uma Cidade Com Sete Colinas

A Mulher montada na besta é uma mulher numa cidade construída sobre sete colinas, que reina sobre os reis da terra. Será que uma declaração igual já foi feita em toda a história?  João imediatamente aconselha a aceitação pelo leitor desta revelação,  com “sabedoria”. Não nos atrevemos a negligenciar um esclarecimento. Ela merece nossa atenção cuidadosa e em oração.  

Aqui não temos uma linguagem mística nem alegórica, mas uma  nada ambígua declaração em palavras claras: “A mulher... é a grande cidade”. Não se justifica procurar uma outra significação oculta. Mesmo que se tenham escrito livros e pregado sermões insistindo em que  “Mistério, Babilônia” se refere aos Estados Unidos. Claramente não é este o caso, pois os Estados Unidos são um país e não uma cidade. Poder-se-ia justificar referindo-se aos Estados Unidos como a Sodoma, considerando-se a honra agora dada aos homossexuais, mas não é definitivamente a Babilônia que João vê em sua visão. A mulher é uma cidade.

Além do mais, ela é uma cidade construída sobre sete colinas. Isso elimina especificamente a antiga Babilônia. Só uma cidade com mais de 2.000 anos tem sido conhecida como a cidade das sete colinas. Essa cidade é Roma. A Enciclopédia Católica declara: “É dentro da cidade de Roma, chamada a cidade das sete colinas,  que a área completa do Vaticano está agora confinada”.

Há certamente, outras cidades, tais como o Rio de Janeiro, que também foram construídas sobre sete colinas. Por conseguinte, João fornece pelo menos mais sete características para limitar a identificação de Roma somente. Examinaremos cada uma em detalhes, nos capítulos seguintes. Entretanto, como uma previsão do lugar para onde estamos indo,  vamos listá-los agora e os discutiremos resumidamente. Como veremos, existe apenas uma cidade na terra, a qual, tanto na perspectiva histórica como na contemporânea, passa em todos os testes dados por João, inclusive  em sua identificação como a “Babilônia, Mistério”. Essa cidade é Roma, e mais especificamente  a Cidade do Vaticano.

Mesmo o apologista católico Karl Keating admite que Roma tem sido reconhecida há muito como a Babilônia. Keating afirma que a declaração de Pedro “Aquela que se encontra em Babilônia... vos saúda”. (1 Pedro 5:13) prova que Pedro estava escrevendo de Roma. Ele ainda explica:

Babilônia é uma palavra em código para Roma. Ela é usada dessa maneira seis vezes no último livro da Bíblia (quatro das quais, nos capítulos 17 e 18) e obras extra-bíblicas como “Os Oráculos de Sibélio” (5, 159F) , o Apocalipse de Baruque( ii, 1) e 4 Esdras (3:1) .

Euzébio Panfílio, escrevendo em cerca de 303, afirma que “é dito que a Primeira Epístola de Pedro ... Foi composta em Roma, e que isso indica que ele está se referindo à cidade em sentido figurado como Babilônia


Quanto ao “Mistério”, o nome impresso na fronte da mulher, é uma perfeita designação da Cidade do Vaticano. O mistério é todo o coração do Catolicismo Romano, das palavras “Mysterium Fide” pronunciadas na suposta transformação do pão e do vinho em literais corpo e sangue de Cristo às enigmáticas aparições de Maria ao redor do mundo. Cada sacramento, do Batismo até a Extrema Unção, manifesta o poder que o fiel deve acreditar ser exercido pelo padre, mas para o qual não há evidência alguma. O novo Catecismo de Roma explica que a liturgia “objetiva iniciar a alma no mistério de Cristo (isso é mitologia) e que toda a liturgia da Igreja é um mistério”




Quem é a Meretriz?

A primeira coisa que nos contam sobre a mulher é que ela é uma “meretriz” (Apocalipse 17:1), “com quem se prostituíram os reis da terra”  (verso 2)  e que “e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra” (verso 3). Porque seria uma cidade chamada de prostituta e praticaria fornicação com reis? Tal acusação jamais poderia ser dirigida a Londres ou Moscou ou Paris - ou qualquer outra cidade comum. Não faria sentido.

Fornicação e adultério são usados na Bíblia tanto em sentido físico como espiritual. Sobre Jerusalém, Deus diz: “Como se fez prostituta a cidade fiel” (Isaías 1:21).  Israel, que Deus havia separado dos outros povos, para ser santo para os Seus propósitos, havia entrado na profanidade, alianças adúlteras com nações que adoravam deuses ao seu redor.   “... Porque adulterou, adorando pedras e árvores (ídolos) (Jeremias 3:9) .  “E com seus ídolos adulteraram” (Ezequiel 23:37) Todo o capítulo de Ezequiel 16 explica  em detalhes o adultério espiritual de Israel, tanto com as nações pagãs, como seus falsos deuses,  como é feito em muitas passagens.

Não há como uma cidade possa se engajar literalmente com a fornicação carnal. Então só podemos concluir que João, como os profetas do Velho Testamento, está usando o termo no sentido espiritual. Portanto, a cidade deve afirmar uma relação espiritual com Deus. De outro modo, tal alegação não teria significado.

Embora construída sobre sete colinas, não haveria razão para se acusar o Rio de janeiro de fornicação espiritual. Ela não faz afirmação alguma de ter uma relação espiritual com Deus. E embora Jerusalém tenha essa relação espiritual, ela não  pode ser a mulher montada na besta, pois não é construída sobre sete colonas. Nem vai preencher outros critérios pelos quais essa mulher será identificada.

Contra uma única cidade na história poderia a acusação de adultério ser feita. Essa cidade é Roma, e mais especificamente a Cidade do Vaticano.  Ela afirma ter sido o quartel general do Cristianismo, desde o início, e mantém essa afirmação até hoje. Seu papa entronizado em Roma afirma ser o único representante de Deus, o vigário de Cristo. Roma é o quartel general da Igreja Católica Romana, que afirma ser a única.

Numerosas igrejas, é claro, têm seus quartéis generais em cidades, mas apenas uma cidade tem seu quartel general como igreja. A Igreja Mormon, por exemplo, tem o seu quartel general em Salt Lake City, mas existem muitas outras igrejas em Salt Lake City,  além da Igreja Mormon. Tal não acontece com a Cidade do Vaticano. Ela é o coração da Igreja Católica Romana e nada mais. Ela é uma entidade espiritual que poderia muito bem ser acusada de fornicação espiritual, se não permanecesse fiel a Cristo.





Na Cama Com os Governantes

Não somente o papa de Roma afirma ser o vigário de Cristo, mas a Igreja que ele encabeça afirma ser a única verdadeira e a noiva de Cristo. A noiva de Cristo, cuja esperança é  se reunir ao noivo no céu, não pode ter nenhuma ambição terrestre. Contudo, o Vaticano tem obsessão  por empresas terrestres, como prova a história, e em adição a esses objetivos que ela, exatamente como João  previu em sua visão, tem se engajado em relações adúlteras com os reis da terra. Esse fato é reconhecido até mesmo pelos historiadores católicos.

Cristo disse aos seus discípulos: “Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia” (João 1519). A Igreja Católica, contudo, é muitíssimo deste mundo. Seus papas têm construído um império mundial  inigualável de propriedades, riqueza e influência. Nem é a construção desse império uma característica abandonada no passado. Já vimos que o Vaticano II estabelece claramente que a Igreja Católica Romana hoje ainda continua a tentar colocar sob o seu controle toda a humanidade e toda a sua riqueza.

O papa tem há muito exigido o domínio sobre o mundo e seus povos. A bula do papa Gregório XI, de 1372, (In Coena Domini) exige o domínio total sobre o mundo cristão,  secular e religioso,  e excomungou todos os que falharam em obedecer os papas e pagar-lhes seus impostos.  In Coena foi depois confirmada  pelos papas subseqüentes  e em 1568 o papa Pio V afirmou que essa permaneceria como lei eterna.

O papa Alexandre VI (1492-1503) afirmava que toda terra ainda não descoberta pertencia ao Pontífice Romano, para dela dispor como bem entendesse em o nome de Cristo, como seu vigário. João II de Portugal foi convencido de que em sua Bula Pontifícia Romana o papa havia concedido tudo que Colombo descobrira exclusivamente a ele e seu país. Fernando e Isabel da Espanha, entretanto, pensava que o papa havia dado as mesmas terra a eles. Em maio de 1493 Alexandre VI, nascido espanhol, emitiu três bulas para resolver a disputa.

Em o nome de Cristo, que não tinha onde reclinar a cabeça, este incrível papa Bórgia, afirmando ser o dono do mundo, desenhou uma linha de norte a sul no mapa mundial daquela época, dando tudo que havia no Oriente a Portugal e no Ocidente à Espanha.  Desse modo, por concessão papal, “saindo da plenitude do poder apostólico”, a África foi para Portugal e as Américas para a Espanha. Quando Portugal “conseguiu chegar à Índia e Malásia, eles asseguraram a confirmação de tais descobertas  por parte do papado...”. Havia, contudo, uma condição: “Com a intenção de trazer os habitantes ... a professar a fé Católica”. Foi exatamente por isso que a América Central e do Sul, as quais, em conseqüência dessa aliança profana entre a igreja e o estado, foram forçadas pelo Catolicismo, através da espada, a permanecerem católicas até os dias de hoje. A América do Norte (com exceção de Quebec e Louisiania) foi poupada do domínio do Catolicismo Romano porque foi amplamente colonizada pelos protestantes.

Nem podem os descendentes dos Astecas, Incas e Mayas ter esquecido que os padres católicos romanos, auxiliados  pela espada secular,  deram aos seus ancestrais a escolha da conversão (que sempre significa escravidão) ou a morte. Eles fizeram tal protesto, quando João Paulo II,  em recente visita à América Latina, propôs elevar Junípero Serra (o principal do século 18 que mais forçou o Catolicismo entre os índios) à santificação, que o papa teve de fazer a cerimônia em segredo.

Cristo disse: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim...”. Os papas, entretanto, têm lutado com exércitos  e armadas em nome de Cristo para construir um vasto império, que é muitíssimo deste mundo. E para aumentar o seu império terrestre, eles têm repetidamente se comprometido em fornicação espiritual com  imperadores, reis e príncipes. Afirmando ser a noiva de Cristo, a Igreja Católica Romana tem se refestelado na cama  com governantes ímpios através de toda a história, e essa relação adúltera continua até hoje. A fornicação espiritual será comentada com detalhes mais tarde.



Roma Igual ao Vaticano
 

Alguns podem objetar que é Roma e não a pequena parte conhecida como Cidade do  Vaticano, que está edificada sobre sete colinas e que o Vaticano dificilmente  pode ser chamado uma “grande cidade”. Embora ambas as objeções sejam verdadeiras, as palavras “Vaticano” e “Roma” são universalmente usadas sem distinção. Exatamente como se alguém se referisse a Washington referindo-se ao  governo que dirige os Estados Unidos, assim refere-se a Roma, designando a hierarquia  que governa a Igreja Católica.

Tome-se por exemplo um cartaz feito para  a divulgação de um encontro realizado em Novembro 15-18, 1993, em Washington D.C., da Conferência Nacional dos Bispos Católicos. Protestando contra qualquer desvio dos desejos do papa, ele dizia: “ROMA É O CAMINHO OU A ESTRADA”. Obviamente por “Roma” entende-se o Vaticano. Esse é o uso comum. Roma e o Catolicismo estão tão interligados, que a Igreja Católica é conhecida como Igreja Católica Romana ou simplesmente Igreja Romana.

Além disso, por mais de mil anos a Igreja Católica Romana exerceu tanto o controle  religioso como o civil sobre toda a cidade de Roma e seus arredores. O Papa Inocêncio III (1198-1216) aboliu o Senado Romano secular e colocou a administração de Roma diretamente sob o seu comando. O Senado de Roma, que havia governado a cidade sob os Césares, havia sido chamado a Cúria Romana. Esse nome, conforme o Dicionário Católico de Bolso, é agora a designação  de “de todo o conjunto de escritórios administrativos e judiciais, através dos quais o papa dirige as operações da Igreja Católica.”

A autoridade do papa se estende até mesmo aos grandes territórios fora de Roma, adquiridos no século 18. Naquele tempo, com a ajuda de um documento deliberadamente fraudado, fabricado pelos papas, conhecido como A Doação de Constantino, o Papa Estêvão III convenceu Pepino, rei dos francos e pai de Carlos Magno, de que os territórios recentemente tomados pelos Lombardos dos Bizantinos realmente haviam sido doados ao papado pelo Imperador Constantino. Pepino venceu os Lombardos e entregou  ao papa as chaves de umas 20 cidades (Ravena, Ancona, Bolonha, Ferrara, Iesi, Gubbio, etc.), e a imensa nesga de terra a ele se juntou, ao longo da costa Adriática.

Datado de 30 de março de 315, a Doação declarava que Constantino havia doado essas terras, junto com Roma e o Palácio Laterano, perpetuamente,  aos papas. Em 1454 este documento foi comprovado como sendo uma fraude, por Lorenzo Valla, um adido papal, e é assim considerado pelos historiadores até hoje. Ainda assim os supostos papas infalíveis continuaram durante séculos a asseverar que A Doação era genuína e sobre essa base justificam sua pompa, poder, e possessões. Essa fraude ainda é perpetuada por uma inscrição no batistério da Igreja de São João Laterano em Roma, jamais tendo sido corrigida.

Desse modo, o Estado Papal foi literalmente roubado pelos papas dos seus legítimos proprietários. O papado controlava e taxava esses territórios e extraía grande riqueza deles, até 1848. Nesse tempo o papa, junto com os governantes da maior parte dos outros territórios  divididos da Itália, foi obrigado a conceder aos seus súditos rebelados uma constituição. Em setembro de 1860, com protestos furiosos, Pio IX perdeu  todos os estados papais para o novo, finalmente unido Reino da Itália, que ainda  o deixou, no tempo do Concílio Vaticano I, em 1870, no controle de Roma e seus arredores.

O caso é que, exatamente como João previu em sua visão, uma entidade espiritual que afirmava ter uma relação especial com Cristo e com Deus tornou-se identificada com uma cidade que fora construída sobre sete colinas. Essa “mulher” praticou fornicação espiritual com os governantes da terra e eventualmente reinou sobre eles. A Igreja Católica Romana tem sido continuamente identificada como sendo essa cidade. Como “a mais definida Enciclopédia Católica, desde o Concílio Vaticano II”, declara:

“... Daí por que o lugar central de Roma  na vida da Igreja hoje e a significação do título Igreja Católica Romana, a igreja que é universal, ainda era o ponto de concentração do ministério do Bispo de Roma. Desde a fundação da Igreja aí por S. Pedro, Roma tem sido o centro de toda a Cristandade” (7)



Continua...



Riqueza de Ganhos Mal Adquiridos

A incrível riqueza desta mulher atraiu logo a atenção de João. Ela se vestia de “púrpura e escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição” Apocalipse 17:4. As cores púrpura e escarlate uma vez mais identificam a mulher tanto com a Roma pagã  como com a cristã. Eram essas as cores dos Césares romanos, com as quais os soldados zombaram de Cristo como Rei “Mateus 27:28 e João 19:2-3), e que o Vaticano tomou para si mesmo.  As cores da mulher são ainda literalmente as cores do clero romano. A mesma Enciclopédia Católica acima mencionada declara:

Cappa Magna

Uma capa com uma longa cauda  e uma capa para cobrir os ombros... (ela) era de lã púrpura para os bispos; para os cardeais era de seda tingida de escarlate  (para o Advento, Quaresma e Sexta Feira Santae o conclave, lã púrpura); e lã tingida de rosa para Gaudete e Domingos Laetare; e para o papa, era de veludo vermelho, para as Matinas de natal, sarja de seda  vermelha em outras ocasiões.

Batina  (Também Sotaina)

Roupa até o calcanhar  usada pelo clero católico como sua vestimenta oficial... A cor para os bispos e outros prelados é púrpura, para os cardeais é escarlate...”

O “cálice de ouro em sua mão” novamente identifica a mulher com a Igreja Católica Romana. A Edição Broderick da Enciclopédia Católica declara sobre o cálice: “(é) o mais importante dos vasos sagrados.. (ele) pode ser de ouro ou de prata, e se desta, a parte interna deve ser folhada com ouro” A Igreja Católica Romana possui muitos milhares de cálices de ouro maciço guardados em suas igrejas ao redor do mundo. Até mesmo a cruz  sangrenta de Cristo foi transformada em ouro e cravejada de pedras preciosas, como reflexo da grande riqueza de Roma. A Enciclopédia Católica diz: “A cruz peitoral (pendurada numa corrente  ao redor do pescoço e usada ao peito por abades, bispos, arcebispos, cardeais e o papa) deveria ser feita de ouro e... decorada com pedras preciosas...”

Roma tem praticado o mal a fim de acumular sua riqueza, pois a “taça de ouro” está cheia de “abominações”. Muita da riqueza da Igreja Católica Romana foi adquirida através do confisco das propriedades das pobres vítimas da Inquisição. Até mesmo os mortos eram exumados para sofrer julgamento  e suas propriedades eram confiscadas dos seus herdeiros pela Igreja. Um historiador escreve:

As punições da Inquisição não acabavam quando as vítimas eram reduzidas a cinzas ou fechadas nas masmorras da Inquisição. Seus parentes eram reduzidos à miséria pela lei de que todas as suas possessões eram confiscadas. O sistema oferecia oportunidades ilimitadas para saques...

Esta fonte de ganho largamente demonstra a revoltante prática  do que tem sido chamado de “julgamento de cadáveres”...Que a prática de confiscar propriedades dos hereges condenados era o produto de muitos atos de extorsão, rapinagem e corrupção não pode ser contestada por pessoa alguma que tenha qualquer conhecimento quer da natureza humana ou de documentos históricos... homem nenhum estava a salvo se a sua riqueza pudesse inflamar a cupidez, ou cuja independência pudesse provocar vingança”.

A maior parte da riqueza de Roma tem sido adquirida através da venda de salvação. Incontáveis bilhões de dólares lhe têm sido pagos  pelos que julgam estar comprando o céu, no plano de salvação deles e de seus  entes amados. A prática continua hoje em dia  - mormente quando o catolicismo está no controle, obviamente menos aqui nos Estados Unidos. Nenhum engano ou  abominação maior poderia ser perpetrada. Quando o Cardeal Cajetan, estudioso dominicano do século 16, se queixou da venda de perdões e  indulgências, a hierarquia da Igreja ficou indignada e o acusou de querer “tornar Roma um deserto inabitado, reduzir o papado à impotência, privar o papa...de fontes pecuniárias indispensáveis ao desempenho do seu ofício”

Em adição a tais perversões do evangelho, que têm levado centenas de milhões à perdição, existem ainda mais as abominações das corruptas práticas bancárias, provenientes de dinheiro de drogas, negociações de seguros fraudulentos, negócios com a Máfia (fartamente documentados na polícia e registros da corte), as quais o Vaticano e seus representantes têm  empregado amplamente. Nino Lo Bello, ex-correspondente do Business Week em Roma e chefe do escritório em Roma do New York Journal of Commerce escreve que o Vaticano é de tal modo aliado à Máfia na Itália,  que “muitas pessoa crêem que a Sicília ... é nada menos que o sustentáculo do Vaticano”

A Igreja Católica Romana é de longe a instituição mais rica da terra. Sim, ouvem-se os pedidos periódicos de Roma exigindo dinheiro - apelos afirmando que o Vaticano não pode manter-se com suas limitadas reservas e necessita de assistência monetária.  Tais pedidos não passam de conspirações absurdas. O valor de inumeráveis esculturas de mestres tais como Miguel Ângelo, pinturas dos maiores artistas do mundo, e incontáveis outros tesouros e documentos antigos que Roma possui  (não apenas no Vaticano, mas nas catedrais  ao redor do mundo) está além de qualquer avaliação. No Sínodo Mundial dos Bispos em Roma, o Cardeal Heenan da Inglaterra propôs que a Igreja vendesse alguns desses tesouros supérfluos  e desse o resultado aos pobres.  Sua sugestão não foi bem recebida.

Cristo e seus discípulos viveram em pobreza. Ele disse aos seus discípulos para não acumular tesouros sobre a terra, mas no céu. A Igreja Católica Romana tem desobedecido este mandamento e acumulado uma pletora de riquezas sem igual, das quais “o Pontífice Romano é o supremo administrador e mordomo...”. Não existe igreja nem cidade alguma que seja uma entidade, uma instituição religiosa passada ou presente  que já tenha pelo menos se aproximado da riqueza da Igreja Católica Romana. Um recente artigo de jornal descreveu apenas uma fração desse tesouro numa localidade:

O fabuloso tesouro de Lourdes  (França), cuja existência foi mantida em segredo pela Igreja Católica, por 120 anos, foi desvendado ... Rumores têm circulado durante décadas sobre uma coleção de cálices de ouro sem preço, crucifixos cravejados de diamantes (uma pálida amostra da cruz sangrenta na qual Cristo morreu), prata e pedras preciosas doados por peregrinos agradecidos.

Após uma observação indiscreta por seus homens de imprensa esta semana, as autoridades da Igreja concordam  em revelar parte da coleção ... (algumas) caixas abarrotadas foram abertas e revelaram 59 cálices de ouro, além de anéis, crucifixos, estatuas e broches de ouro maciço, muitos deles incrustados de pedras preciosas. Quase escondida no meio de outros tesouros,  está a Coroa de Nossa Senhora de Lourdes, feita por um joalheiro francês em 1876 e cravejada de diamantes.

As autoridades da Igreja dizem que é impossível avaliar a coleção. “Não tenho idéia alguma”, diz o Padre Pierre-Marie Charriez, diretor de Patrimônio e Santuário . “É de valor inestimável”. ...

Através da estrada há uma construção guardando centenas de (antigos) ornamentos eclesiásticos, roupas, mitras, e paramentos - muitos  em ouro maciço...

“A Igreja ela mesma é pobre”, insiste o Padre Charriez. O “Vaticano ele mesmo é pobre”.  {O tesouro aqui descrito é apenas parte do que se encontra guardado na localidade, na pequena cidade de Lourdes, na França!


 

A Mãe das Meretrizes e das Abominações
 

Quanto mais profundamente entramos na história da Igreja Católica Romana e suas práticas correntes, mais impressionados ficamos com a interessante exatidão da visão recebida por João,  séculos antes que ela se tornasse uma lamentável realidade. A atenção de João é despertada para o título ousadamente colocado sobre a fronte da mulher: “Mistério, Babilônia a Grande, a Mãe das Meretrizes e Abominações sobre a Terra (Apocalipse 17:5). Infelizmente, porém,  a Igreja Católica Romana se adapta  à descrição “mãe das meretrizes e abominações” exatamente como também se adapta a outras. Isto se deve em grande parte à exigência anti-bíblica de que seus sacerdotes sejam celibatários.

O grande apóstolo Paulo era um celibatário e recomendou essa vida a outros que desejassem se devotar inteiramente ao serviço de Cristo. Ele, porém, não fez disso uma condição   para a liderança  como a Igreja  Católica tem feito, impondo, assim, um fardo desnaturado  sobre todo o clero, o qual muito poucos conseguem suportar. Pelo contrário, ele escreveu que o bispo deveria ser “marido de uma só mulher” (1Timóteo 3:2), fazendo as mesmas exigências para os oficiais.  (Tito 1:5-6).

Pedro, que os Católicos erroneamente afirmam ter sido o primeiro papa, era casado. Assim eram pelo menos alguns dos outros apóstolos. O fato não era o de terem eles se casado antes de Cristo os chamar, mas isso era aceito como uma norma corrente. O próprio Paulo dizia que ele tinha o direito de se casar como os outros: “E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor (meio-irmãos, filhos de Maria e José), e Cefas (Pedro)? (1 Coríntios 9:5).

A Igreja Católica Romana, entretanto, tem insistido sobre o celibato, embora muitos papas, como Sérgio III (904-911), João X (914-928), João XII (955-963), Benedito V (964), Inocêncio VIII (1484-1492), Urbano VIII  (1623-1644),  e Inocêncio X (1644-1655), bem como milhões de cardeais, bispos, arcebispos, monges e padres através da história tenham violado estes votos. O como  torna prostitutas aquelas com quem coabitam secretamente.  Roma é em verdade “a mãe das meretrizes”! Sua identificação como tal é inconfundível. Nenhuma outra cidade, igreja ou instituição na história do mundo  com ela se rivaliza em praticar particularmente este mal.

A história está repleta de dizeres que zombam do falso clamor da Igreja sobre o celibato e revelou sua verdade: “o eremita mais santo tem sua prostituta” e “Roma tem mais prostitutas do que qualquer outra cidade porque tem a maioria dos celibatários”, são exemplos. Pio II declarou que Roma era “a única cidade cheia de bastardos” (filhos de papas e cardeais). O historiador católico e ex-jesuíta Peter da Rosa escreve:

Os papas tinham garotas com 15 anos de idade, eram culpados de incesto e perversões sexuais de toda sorte, tinham inumeráveis filhos, eram assassinados em atos de adultério (por maridos ciumentos que os encontravam na cama com suas esposas) ... Daí a velha frase católica, por que ser mais santo do que o papa?

Em matéria de abominação, mesmo os historiadores católicos admitem que entre os papas estavam alguns dos mais degenerados monstros sem consciência da história. Seus inumeráveis crimes de violência, muitos dos quais estão além de qualquer crença, têm sido citados por muitos historiadores a partir de documentos reservados que revelam a profundidade da depravação papal, alguns dos quais a serem apresentados em capítulos futuros. Chamar qualquer desses homens de “Sua Santidade, Vigário de Cristo”, é zombar da santidade de Cristo. Ainda assim o nome de cada um desses incríveis papas perversos - assassinos de massas, fornicadores, ladrões, warmongers, alguns culpados do massacre de milhares - é decantado com louvores na lista oficial de papas da Igreja. Essas abominações que João previu não apenas ocorreram no passado, mas até em nossos dias, como veremos.



Embriagada com o Sangue dos Mártires
 

Em seguida João nota que a mulher está embriagada - e não com bebida alcoólica. Ela está embriagada com “o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus...” (apocalipse 17:6). O quadro é horrível. Não são apenas suas mãos  que estão tintas de sangue, mas está embriagada com ele. O assassinato de inocentes que por amor à consciência não concordariam com suas exigências totalitárias tanto a refrescaram e excitaram, que ela está em êxtase.

Logo pensamos nas Inquisições (Romana, Medieval e Espanhola) que durante séculos prenderam a Europa em suas garras terríveis. Em sua História da Inquisição, Canon Llorente, que foi o secretário da Inquisição em Madri de 1790 a 1792, e tinha acesso aos arquivos de todos os tribunais, calculou que somente na Espanha o número de condenados excedeu a 3 milhões, com cerca de 300.000 queimados na estaca. Um historiador católico comenta sobre os acontecimentos que conduziram à supressão da Inquisição Espanhola em 1809:

Quando Napoleão conquistou a Espanha em 1808, um oficial polonês do seu exército, Coronel Lemanouski, registrou que os Dominicanos (a cargo da Inquisição)  se trancaram em seu mosteiro em Madri. Quando as tropas de  Lemanouski forçaram a entrada, os inquisidores negaram a existência de quaisquer câmaras de tortura.

Os soldados   revistaram o mosteiro e as descobriram sob os pisos. As câmaras estavam cheias de prisioneiros, todos nus, muitos loucos. As tropas francesas, acostumadas à crueldade e sangue, não conseguiram segurar seus estômagos diante da visão. Esvaziaram as câmaras de tortura, jogaram pólvora sobre o mosteiro e o explodiram.

Para conseguir as confissões dessas pobres criaturas, a Igreja Católica Romana usava torturas engenhosas, tão cruciantes e bárbaras, que ficaríamos doentes com a sua descrição. O historiador da Igreja, Bispo William Shaw Kerr, escreve:

A abominação mais hedionda de todas era o sistema de tortura. A narração de suas operações a sangue frio faz-nos estremecer  diante da capacidade de seres humanos em matéria de crueldade. E eram decretadas e reguladas pelos papas que afirmavam representar Cristo na terra...

Cuidadosas anotações foram feitas não apenas de tudo que era confessado pelas vítimas, mas de seus protestos, gritos, lamentações, interjeições quebradas e apelos por misericórdia. A coisa mais comovente na literatura da Inquisição não é a narração de seus sofrimentos, deixada pelas vítimas, mas os frios memoranda guardados pelos oficiais dos tribunais. Ficamos chocados e estarrecidos, exatamente porque não havia a mínima intenção de chocar-nos.

Os remanescentes de algumas das câmaras de horror permanecem na Europa e podem ser visitados hoje. Elas permanecem como memorial  para os zelosos seguidores dos dogmas católicos romanos, os quais permanecem com força total ainda hoje e para uma Igreja que afirma ser infalível e até os dias atuais justifica tais barbaridades. São também memoriais da espantosa exatidão da visão de João em Apocalipse 17. Em um livro publicado na Espanha em 1909, Emelio Martinez escreve:

 A esses 3 milhões de vítimas (documentados por Llorente), deveriam ser acrescentados milhares e milhares de Judeus e Mouros deportados de suas terras natais... Em apenas um ano, 1481,  e apenas em Sevilha, o Santo ofício (da Inquisição) queimou 2.000 pessoas . Os ossos e retratos  de outros 2.000 ... E outros 16.000 foram condenados a variadas sentenças.

Peter de Rosa reconhece que sua própria Igreja Católica “foi responsável por perseguir judeus, pela Inquisição, pelos extermínio dos hereges aos milhares, pela re-introdução da tortura na Europa como parte do processo judicial”. Mesmo assim a Igreja Católica Romana jamais admitiu oficialmente que tais práticas fossem más, nem se desculpou com o mundo nem com qualquer das vítimas ou seus descendentes. Nem podia o Papa João Paulo II se desculpar hoje, porque “as doutrinas responsáveis por essas coisas terríveis ainda estão em vigor”. Roma não mudou interiormente em nada, sejam quais forem as palavras melífluas que ela diga, quando servem aos seus propósitos.




Mais Sangue do que os Pagãos
 

A Roma pagã praticava os esportes de atirar aos leões, queimar ou de outra maneira matar milhares de cristãos e não poucos judeus.  Ainda assim a Roma “cristã” exterminou muitas vezes esse número, tanto de cristãos como de judeus. Além das vítimas da Inquisição, houve os Huguenotes, Albigenses, Valdenses e outros cristãos que foram massacrados, torturados e queimados na estaca às centenas de  milhares, simplesmente porque se recusaram a se alinhar com a Igreja Católica Romana  e sua corrupção e aos  seus dogmas e práticas heréticos. Por questão de consciência eles tentaram seguir os ensinamentos de Cristo independentes de Roma e por esse crime foram amaldiçoados, caçados, aprisionados, torturados e assassinados.

Por que iria Roma se desculpar ou mesmo admitir esse holocausto? Ninguém exige que ela preste contas hoje. Os Protestantes já esqueceram as centenas de milhares de pessoas queimadas na estaca por abraçar o simples evangelho de Cristo e recusarem se dobrar diante da autoridade papal. Incrivelmente, os Protestantes agora estão abraçando Roma como cristã, enquanto ela insiste em que os “irmãos separados” se reconciliem com ela aceitando os seus termos imutáveis.

Muitos líderes evangélicos pretendem trabalhar com os Católicos Romanos para evangelizar o mundo até o Ano 2.000. Eles não querem saber de nenhuma recordação “negativa”  dos milhões de pessoas torturadas e assassinadas pela Igreja à qual eles agora prestam honra, ou ao fato de que Roma prega um falso evangelho de sacramentos e obras.

A Roma “cristã” exterminou judeus aos milhares  - muito mais do que a Roma pagã jamais o fez. A Terra de Israel foi considerada  como propriedade da  Igreja Católica Romana, não dos judeus. Em 1096, o Papa Urbano II promoveu a primeira cruzada  para retomar Jerusalém dos Muçulmanos. Com a cruz em seus escudos e armas defensivas, os cruzados massacraram os judeus por toda a Europa em seu caminho até a Terra Santa. Praticamente,  o seu primeiro ato ao retomar Jerusalém  “para a Santa Madre” foi apinhar todos os judeus numa sinagoga e os incendiar. Esses fatos históricos não podem ser varridos para debaixo do tapete do ajuntamento ecumênico, como se jamais tivessem acontecido.

Nem pode o Vaticano fugir da grande responsabilidade pelo Holocausto Nazista, o qual era inteiramente conhecido por Pio XII, apesar do seu silêncio completo durante toda a guerra sobre um dos assuntos mais importantes. (22) O envolvimento do Catolicismo no Holocausto  será examinado mais tarde. Se o papa tivesse protestado, como os representantes das organizações judaicas  e as Forças Aliadas lhe pediram que o fizesse, ele teria condenado sua própria Igreja . Os fatos são inescapáveis:

Em 1936 o Bispo Berning havia falado com o Fuehrer por quase uma hora. Hitler assegurou ao seu senhorio que não havia diferença fundamental entre o Nacional Socialismo e  a Igreja Católica. Não tinha a Igreja que o interrogava considerado os judeus como parasitas e os trancado em guetos?
“Estou apenas fazendo”, ele se gabou, “o que a Igreja tem feito por quinze séculos, somente com mais eficiência”. Sendo ele próprio católico , disse a Berning que “admirava e pretendia promover o Cristianismo”.

Existe, certamente, outra razão pela qual a Igreja Católica Romana não tem se desculpado nem se arrependido  destes crimes. Como poderia? A execução dos hereges (inclusive dos judeus) foi decretada pelos papas “infalíveis”. A própria Igreja Católica afirma ser infalível, portanto suas doutrinas não poderiam estar erradas.



Reinando Sobre os Reis da Terra
 

Finalmente, o anjo revela a João que a mulher “é a grande cidade que domina sobre os reis da terra” Apocalipse 17:18. Sim, e novamente apenas uma: a Cidade do Vaticano. Os papas coroaram e depuseram reis e imperadores, exigindo obediência, amedrontando-os com excomunhão. No tempo do Primeiro Concílio Vaticano,  em 1869, J. H. Ignaz von Dollinger, professor de História da Igreja em Munique preveniu que o Papa Pio IX forçaria o Concílio a fazer um dogma infalível fora  “daquela teoria favorita dos papas - que eles podiam forçar reis e magistrados  com excomunhão e suas conseqüências, para prosseguir com suas sentenças de confisco, prisão e morte...”. Ele relembrou seus companheiros católicos romanos de algumas das más conseqüências da autoridade política papal:

Quando, por exemplo, (o Papa) Martinho IV colocou o Rei Pedro de Aragão sob excomunhão e interdição... Prometendo em seguida indulgências de todos os pecados  àqueles que o guerreassem e o (tirano) Carlos (I de Nápoles) foi  contra Pedro, e finalmente declarou seu reinado falso... o que custou aos dois reis da França e Aragão suas vidas e ao francês a perda de seu exército...”

O Papa Clemente IV, em 1265, depois de vender milhões de italianos do Sul a Carlos de Anjou, em troca de um tributo anual de oitocentas onças de ouro, declarou que ele seria excomungado se o primeiro pagamento  fosse efetuado além do termo declarado e que na segunda negligência a nação inteira incorreria em interdição...

Embora João Paulo II  não tenha mais o poder de fazer tais exigências brutais atualmente, sua Igreja ainda retém os dogmas que o autorizam a fazer isso. E os efeitos práticos de seu poder não são menores do que os dos seus predecessores, embora exercitados bem por  trás da cena.. O Vaticano é a única cidade que troca embaixadores com as nações e ele o faz com os países mais importantes da terra. Os embaixadores vêm ao Vaticano de todos os países importantes, inclusive dos Estados Unidos,  não por mera cortesia, mas porque o papa é hoje o governante mais importante da terra. Até mesmo o Presidente Clinton viajou até Denver em Agosto de 1993 para saudar o papa. Ele se dirigiu a ele como o “Santo Padre” e “Sua  Santidade”.

Sim, embaixadores de nações vieram a Washington  D.C., a Paris ou a Londres, mas só porque o governo nacional tem sua capital lá. Nem Washington, Paris, Londres ou qualquer outra cidade enviaram embaixadores a outros países. Só a Cidade do Vaticano  faz isso.  Ao contrário de qualquer outra cidade na terra o Vaticano é reconhecido como estado soberano com seus próprios direitos, separado e distinto da nação da Itália que o rodeia. Não existe outra cidade na história em que isso tenha acontecido e esse ainda é o caso hoje.

Só do Vaticano se  poderia dizer que é a cidade que reina sobre os reis da terra. A frase “a influência mundial de Washington” não significa a influência de uma cidade, mas dos Estados Unidos, cuja capital lá se encontra. Quando, porém, se fala da influência do Vaticano ao redor do mundo, é exatamente o que isso significa - a cidade e o poder mundial do Catolicismo Romano e do seu líder, o papa. O Vaticano é absolutamente único.

 

 

Esqueça e Reconstrua Babilônia
 

            Alguns sugerem que o Vaticano se mudará para a Babilônia, no Iraque, quando ela for reconstruída. Mas por que o faria? O Vaticano tem preenchido a visão de João de sua localização em Roma durante os últimos quinze séculos.  Além do mais, já mostramos a conexão com  a antiga Babilônia, a qual o Vaticano tem mantido através de toda a história no Cristianismo paganizado que ela tem promulgado. Quanto à antiga Babilônia, ela nem existia durante os últimos 2.300 anos  “para reinar sobre os reis da terra’. A Babilônia estava em ruínas, enquanto a Roma pagã e depois a Roma católica, a nova Babilônia, estava realmente reinando sobre os reis da terra.

Um historiador do século dezoito contou 95 papas que afirmavam ter o poder divino para depor reis e imperadores. O historiador Walter James escreveu que o Papa Inocêncio III (1185-1216)  “tinha toda a Europa em sua rede” (25). Gregório IX (1227-1241) trovejava que o papa era o senhor e mestre de todos e de tudo.  O historiador R. W. Southern declarou: Durante todo o período medieval havia em Roma uma única autoridade temporal e espiritual (o papado), exercitando poderes que no fim excederam os que jamais haviam existido sob as garras do imperador romano.

Que os papas reinaram sobre os reis é um incontestável fato histórico, o qual documentaremos inteiramente, mais tarde. Por causa disso, tão horríveis abominações foram cometidas, conforme João previu, é indiscutível. O Papa Nicolau I (858-867) declarou: “Só nós (os papas) temos o poder de prender e soltar, de absolver Nero e condená-lo, e os Cristãos não podem, sob pena de excomunhão, executar outro julgamento senão o nosso, o qual é infalível”. Ao mandar que um rei destrua um outro, Nicolau escreveu:

Nós o ordenamos, em nome da religião, a invadir seus estados, queimar suas cidades, e massacrar seu povo...

A informação qualificativa que João nos dá sob inspiração do Espírito Santo, para identificar a mulher, que é uma cidade,  é específica, conclusiva e irrefutável. Não existe cidade sobre a terra, no passado ou no presente, que preencha todos esses critérios, exceto a Roma católica e agora a Cidade do Vaticano. Esta inescapável conclusão se tornará cada vez mais clara, à medida em que procedermos à revelação dos fatos.

Capítulo 6 do livro

A Woman Rides the Beast” (A Mulher Montada na Besta)

de Dave Hunt – Traduzido por Mary Schultze

quarta-feira, 26 de março de 2014

Origem Pagã Do Oficio Papal


Origem Pagã Do Oficio Papal

NINRODE, O REI e fundador da Babilônia, não foi apenas um líder politico, foi também um líder religioso. Ele foi um rei sacerdote. De Nimrode descendeu uma linha de reis-sacerdotes” - cada um ficando como cabeça do mistério religioso babilônico. Esta linha continuou ate os dias de Belsazar a respeito de quem lemos na Bíblia. Muitos estão familiarizados com a festa que ele fez em Babilônia quando a escrita misteriosa apareceu na parede. Alguns tem falhado em reconhecer, contudo, que esta reunião foi mais do que uma simples festa social! Foi, sim, uma reunião religiosa, uma celebração dos mistérios babilônicos dos quais naquele tempo Belsazar era o cabeça. "Eles beberam vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, e de prata, de cobre, de ferro, de madeira, e de pedra" (Dan. 5:4). Acrescentando a blasfêmia da ocasião o beberem vinho dos santos vasos do Senhor que haviam sido tirados do templo de Jerusalém. Esta tentativa de misturar aquilo que era santo com o paganismo, trouxe julgamento divino. A Babilônia foi marcada para juízo.

A antiga cidade esta agora em ruínas, desabitada, (Jer. 50:39; 51:62). Existe uma estrada de ferro que vai de Bagda a Basra que passa perto. Um sinal escrito em Inglês e Arabe, diz: "Parada da Babilônia. Os Trens param aqui para apanhar passageiros" Os únicos passageiros, contudo, são turistas, que vem para observar as ruínas. Mas, embora a cidade tivesse sido destruída, os conceitos que foram uma parte da antiga religião da Babilônia sobreviveram!

Quando Roma conquistou o mundo, o paganismo que havia se espalhado partindo da Babilônia e se desenvolvido em varias acoes, foi absorvido pelo sistema religioso de Roma. Isto incluía a ideia de um Supremo Pontífice (Pontífice Máximo). Assim sendo, o paganismo babilônico, que havia sido originalmente levado sob o reinado de Nimrode, estava unido com o reinado de um homem em Roma: Júlio César. Era o ano de 63 a.C. quando Júlio César foi reconhecido oficialmente como o "Pontifex Maximus" da religião de mistérios agora estabelecida em Roma.

Para ilustrar como este título foi usado pelos Cesares, mostramos aqui uma velha moeda romana de César Augusto (27 a.C. a 14 A.D.) com seu título como o "Pont Max", o cabeça dos mistérios. E interessante notar que moedas tais como esta estavam em circulação durante os dias do ministério terreno de nosso Senhor. "E eles Ihe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem e esta efigie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: de Cesar" (Mat. 22:17-22).

Os imperadores romanos (incluindo Constantino) continuaram a conservar o oficio de Pontifex Maximus ate 376 quando Graciano, por razoes cristas, recusou-o. Ele reconheceu este título e oficio como idolatras e blasfemos. Por este tempo, contudo, o bispo de Roma tinha subido ao poder politico e prestigio. Consequentemente, em 378, Demasio, bispo de Roma, foi eleito o Pontifex Maximus”o sumo-sacerdote oficial dos mistérios! Desde que Roma era considerada a cidade mais importante do mundo, alguns dos cristãos olhavam para o bispo de Roma como "bispo dos bispos" e cabeça da igreja. Isto produziu uma situação única. Um homem era agora olhado como o cabeça tanto pelos cristãos como pelos pagãos. Por este tempo, e através dos anos que se seguiram, as correntes do paganismo e do cristianismo fluiram juntas, produzindo o que e conhecida como a Igreja Católica Romana, sob a liderança do Sumo Pontífice, o Papa.
O título Pontitex Maximus e repetidamente encontrado em inscrições em todo o Vaticano”acima da entrada da Basílica de São Pedro, acima da estatua de Pedro, no domo, acima da Porta do Ano Santo que e aberta somente durante um ano de jubileu, etc. A medalha que mostramos, cunhada pelo papa Leão X um pouco antes da Reforma, ilustra uma das maneiras que o título "Pont.Max" tem sido usado pelos papas.

Mas, como poderia um homem ser ao mesmo tempo o cabeça da igreja e o Pontífice Máximo, o Sumo Pontífice, o cabeça dos mistérios pagãos? Em uma tentativa para encobrir esta discrepância, os lideres da igreja buscaram semelhanças entre as duas religiões. Eles sabiam que se pudessem encontrar ao menos alguns pontos que cada lado tinha em comum, ambos poderiam unir-se em um, pois nesse tempo a maioria não estava preocupada com detalhes. Eles desejavam números e poder politico. A verdade vinha em segundo lugar.

Uma surpreendente semelhança era que o Sumo Pontífice do paganismo portava o título caldeu pedro ou interprete”o interprete dos mistérios.' Aqui estava uma oportunidade de "cristianizar" o oficio pagão de Sumo Pontífice, o oficio que o bispo de Roma agora portava, associando o "Pedro" ou Grande Interprete de Roma com Pedro o apostolo. Mas, para fazer do apostolo Pedro o Pedro-Roma era necessário enfrentar alguns problemas. Para fazer isto, era necessário ensinar que Pedro estivera em Roma. Esta e a razão real que desde o seculo quarto (e não antes) aqueles numerosos relatos começaram a ser ventilados a respeito de Pedro ser o primeiro bispo de Roma.~ "E assim, para os cristãos cegos da apostasia, o Papa era o representante de Pedro, o apostolo, enquanto para os pagãos iniciados, ele era apenas o representante de Pedro, o interprete de seus bem conhecidos mistérios. "

De acordo com uma antiga tradição, Nimrode era "o abridor" dos segredos ou mistérios, "o primogênito" dos seres humanos deificados. A palavra traduzida abriu" em versículos tais como Êxodo 13:2, como o indica a Strong"s Concordance, e a palavra hebraica "peter" (Pedro) Ate que ponto coisas como estas podem ter influenciado as tradições que tem sido espalhadas a respeito de Pedro e de Roma, não podemos dizer.

Desde que o apostolo Pedro era conhecido como Simão Pedro, e interessante notar que Roma não somente tinha um "Pedro", um abridor ou interprete dos mistérios, mas também um l;der religioso chamado Simão que para ali foi no seculo primeiro! De fato, ele foi o Simão que havia praticado feitiçaria em Samaria (Atos 8:9) que mais tarde foi para Roma e fundou uma religião crista falsificada ali! Uma vez que isto soa tao bizarro, para esclarecer que não existe qualquer tendenciosidade de nossa parte, citamos o seguinte, diretamente da The Catholic Encyclopedia, a respeito desse Simão: "Justino Mártir e outros escritores primitivos informam-nos que ele posteriormente veio para Roma, operou milagres ali pelo poder de demônios, e recebeu honras divinas tanto em Roma quanto em seu próprio pais. Embora muitas lendas extravagantes reuniram-se depois em torno do nome desse Simão...Parece, não obstante provável que deve haver algum fundamento no relato dado por Justino e aceito por Eusebio. Simão, o Mago histórico, sem duvida fundou algum tipo de religião, como uma imitação do cristianismo, na qual ele reclamava desempenhar um papel análogo ao de Cristo."

Sabemos que a igreja romanista tornou-se perita em tomar varias ideias ou tradições e mistura-las com seu sistema unido de religião. Se Simão levantou seguidores em Roma, se recebeu honras divinas, se fundou uma religião crista de imitação na qual desempenhava um papel análogo ao de Cristo, não e possível que tais ideias pudessem influenciar tradições posteriores? Talvez este "Simão" tendo estado em Roma foi mais tarde confundido com Simão Pedro. Os papas tem reclamado serem "Cristo em oficio" na terra. Aparentemente Simão, o feiticeiro, fez o mesmo reclamo em Roma, mas jamais lemos de qualquer reclamo semelhante feito por Simão Pedro, o apostolo!

Outra mistura em Roma envolvia "chaves". Por quase mil anos, o povo de Roma tinha crido nas misticas chaves do deus pagão Janus e da deusa Cibele. No Mitraísmo, uma das principais correntes dos mistérios que vieram para Roma, o deus sol levava duas chaves. Quando o imperador afirmou ser o sucessor dos "deuses" e o Sumo Pontífice dos mistérios, as chaves vieram a ser símbolos de sua autoridade. Mais tarde, quando o bispo de Roma tornou-se o Sumo Pontífice em mais ou menos 378, ele automaticamente tornou-se o possuidor das chaves misticas. Isto ganhou reconhecimento por parte dos pagãos em relação ao papa e novamente veio a oportunidade de misturar Pedro na historia. Por acaso Cristo não disse a Pedro, "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus" (Mat. 16:19)? Não foi ate 431, contudo, que o papa publicamente anunciou que as chaves que ele possuía eram as chaves de autoridade dadas ao apostolo Pedro. Isto foi depois de cinquenta anos depois do papa ter se tornado o Sumo Pontífice, o possuidor das chaves. Para um exemplo de como as chaves são mostradas como símbolos da autoridade do papa, veja o grande abano na pagina 93.

A chave dada a Pedro (e a todos os outros discípulos) representava a mensagem do evangelho onde quer que as pessoas pudessem entrar no reino de Deus. Porque alguns não tem corretamente entendido isto, não e incomum para Pedro ser representado como o chaveiro dos céus o guardião das portas,decidindo quem ele deixara e quem não deixara entrar! Isto esta muito parecido com as ideias associadas ao deus pagão Janus, pois ele era o guardião das chaves e portas na mitologia paga de Roma - o abridor. Janus, com a chave na mão e mostrado no desenho acima. Ele era representado com duas faces”uma jovem e a outra velha (uma versão posterior de Nimrode encarnado em Tamuz). E interessante notar que não somente era a chave o simbolo de Janus, o galo também era atribuído como algo sagrado para ele. Não havia qualquer problema de ligar o galo com Pedro, pois não cantou um galo na noite em que ele negou ao Senhor (João 18:27).

E certo que o título "Sumo Pontífice" ou "Pontlfex Maxlmus" que o papa possui não e uma designação cristã, poles era o título usado pelos imperadores romanos antes da Era Crista. A palavra "pontifice" vem da palavra pons, "ponte", e facio, "fazer". Significa "construtor de pontes". Os imperadores, reis-sacerdotes, dos dias pagaos eram vistos como os construtores e guardiães das pontes de Roma. Cada um deles serviu como sumo sacerdote e dizia ser a ponte um elo de conexão entre esta vida e a vindoura.

Aquela corrente dos mistérios conhecida como Mitraísmo cresceu em Roma ate que se tornou”em certo tempo”quase que a única fé do império. O principal sacerdote era chamado o Pater Patrum, que e o Pai dos Pais. Tomando emprestado este título diretamente como cabeça da Igreja Católica Romana, esta o Papa ”o Pai dos Pais. O "Pai" do Mitraísmo tinha sua cadeira em Roma naquele tempo, e o "Pai" do Catolicismo tem a sua ali agora.

As vestes caras e multo enfeitadas que os papas usam não foram adotadas partindo do cristianismo, mas foram feitas seguindo o padrão dos imperadores romanos. Os historiadores não deixaram este fato passar sem ser notado, pois na verdade o testemunho deles e que "as vestimentas do clero... foram legados da Roma pagã." A tiara, coroa que os papas usam”embora decorada de diferentes maneiras em diferentes tempos”e idêntica na forma aquelas usadas pelo "deuses" ou anjos que são mostrados em antigos tabletes assirios. E semelhante aquela vista em Dagon, o deus-peixe. (cf. a tiara desenhada na pagina 94).

Dagon era realmente uma forma misteriosa do falso "salvador" babilônico. O nome Dagon vem de dag (uma palavra comumente traduzida como "peixe" na Bíblia) e significa deus-peixe." Embora tivesse se originado no paganismo da Babilônia, 14 a adoração a Dagon tornou-se especialmente popular entre os flllsteus, pagãos (Juizes 16:21-30; I Samuel 5:5,6).

A maneira como Dagon era representado nas esculturas da Mesopotâmia e vista no desenho acima (segunda figu^M a partir da esquerda). Layard, no livro Babylon and Nineveh, explica que "a cabeça do peixe formava uma mitra acima da cabeça do homem, enquanto sua cauda escamosa, em forma de abano, caia para trás como um manto, deixando os braços e pés do homem expostos." Mais tarde, no desenvolvimento das coisas, somente a porção de cima permaneceu como uma mitra, com as mandibulas do peixe levemente abertas. Em varias moedas de Malta, um deus (cujas características são as mesmas de Osíris, o Nimrode egípcio), e mostrado com o corpo de peixe removido e somente a mitra com cabeça de peixe permanece.

Uma famosa pintura por Moretto mostra Santo Ambrósio usando uma mitra na forma da cabeça de um peixe. Este mesmo tipo de mitra e usada pelo papa conforme e visto no esboço do papa Paulo VI, enquanto ele apresentava um sermão sobre a "Paz" durante sua histórica visita aos Estados Unidos em 1965. A figura na pagina 93 também mostra a mitra de cabeça de peixe.

H.A. Ironside afirma que o papa e "o sucessor direto do sumo sacerdote dos mistérios babilônicos e servo do deus-peixe, Dagon, para quem ele usa, como seus idolatras predecessores, o anel do pescador" Novamente, misturando o paganismo e o cristianismo, as semelhanças fizeram a mistura menos obvia. Neste caso, desde que Pedro tinha sido um pescador, o anel do deus-peixe com o título Pontifex Maximus inscrito estava a ele associado. Mas um anel como este jamais foi usado por Pedro o apostolo. Ninguém jamais curvou-se e beijou seu anel. Ele provavelmente jamais teve um” pois não tinha prata nem ouro! (Atos 3).

Outra pista para ajudar-nos a solver o mistério da moderna Babilônia pode ser vista no uso do palio que o papa usa sobre os ombros. Os dicionários não abreviados definem-no como um paramento que era usado pelo clero pagão da Grécia e de Roma, antes da Era Crista. Nos tempos modernos o palio e feito de la branca que e tirada de dois cordeiros que tenham sido "abençoados" na basílica de St. Agnes, em Roma. Como um simbolo que os arcebispos também compartilham da plenitude do oficio papal, o papa envia para eles o palio. Antes de ser enviado, contudo, ele e estendido a noite inteira sobre a suposta tumba de São Pedro” tal pratica sendo uma copia do paganismo que era praticado entre os gregos!

Por seculos a igreja romanista reclamou a posse da mesma cadeira na qual Pedro havia se sentado e ministrado em Roma. A The Catholic Encyclopedia explica que as placas na frente desta cadeira mostram fabulosos animais da mltologla como também os fabulosos "trabalhos de Hércules." Em outro volume da The Catholic Encyclopedlia, descobrimos estas palavras: "Gilgames, a quem a mitologia transformou em um Hércules babilonico... seria então a pessoa designada como o bíblico Nemrod (Nimrode)." E curioso que Nimrode seja comparado com Hércules e talhas associadas com Hércules apareçam na assim chamada "Cadeira de Pedro" Nenhuma destas coisas nos fariam pensar nesta cadeira como sendo de origem cristã.

Uma comissão cientifica apontada pelo Papa Paulo em julho de 1968, reportou que nenhuma parte daquela cadeira e suficientemente velha para datar dos dias de Pedro. No relatorio oficial a respeito da datação pelo carbono e outros testes, tem sido determinado que a cadeira não vai alem do seculo nono. Claramente as antigas ideias a respeito da cadeira de Pedro eram interessantes, mas não eram exatas.

Perto do altar-mor de São Pedro (veja pagina 43) esta uma grande estatua de bronze, supostamente de Pedro. Esta estatua e olhada com a mais profunda veneração e seus pés tem sido beijados tantas vezes que os dedos estão quase totalmente gastos! A fotografia na pagina anterior mostra um papa (João XXIII) a ponto de beijar esta estatua, que estava vestida com ricas vestes papais e uma tiara papal de três coroas para a ocasião.

A pratica de beijar um ídolo ou estatua foi tomada emprestada do paganismo. Como já vimos, a adoração de Baal estava ligada a antiga adoração de Nimrode em forma deificada (como o deus sol). Nos dias de Elias, multidões tinham se curvado diante de Baal e tinham-no beijado. "Também", diz Deus, "fiz ficar em Israel sete mil; todos os joelhos que se não dobraram a Baal, e toda a boca que o não beijou." (I Reis 19:18). Em uma das formas dos "mistérios", Nimrode (encarnado no jovem Tamuz) foi representado como um bezerro. Estatuas de bezerros foram feitas, adoradas, e beijadas! "E agora multiplicaram pecados, e da sua prata fizeram uma imagem de fundição, ídolos segundo o seu entendimento, todos obra de artífices, dos quais dizem: Os homens que sacrificam beijem os bezerros" (Oséias 13:1-3). Beijar um ídolo fazia parte do culto a Baal!

Não somente a pratica de beijar um ídolo foi adotada pela igreja romanista, mas também o costume de procissões religiosas nas quais ídolos são carregados. Tais procissões são uma parte comum da pratica católico-romana, e isto não se originou no cristianismo. No seculo quinze antes de Cristo, uma imagem da deusa babilônica Ishtar foi levada com grande pompa e cerimonia da Babilônia até o Egito. Procissões de ídolos eram praticadas na Grécia, no Egito, na Etiópia, no México, e em muitos outos países dos tempos antigos.

A Bíblia mostra a loucura daqueles que acham que algo bom pode vir dos ídolos ídolos tao sem poder que precisam ser carregados! Isaías, em direta referencia aos deuses da Babilônia^? tinha isto para dizer: "Gastando ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças: assalariam o ourives, e ele faz um deus, e diante dele se prostram e se inclinam. Sobre os ombros o tomam, o levam, e o poem no seu lugar; ali esta, do seu lugar não se move" (Isaías 46: 6,7).

Estas procissões não somente continuaram na Igreja Católica Romana nas guais ídolos são carregados, mas o papa também e carregado em procissão. No tempo de Isaías o povo esbanjava prata e ouro em seu deus. Hoje paramentos caríssimos e jóias são colocados sobre o papa. Quando o deus pagão era carregado em procissão, as pessoas se prostravam e adoravam-no, assim também, em certas ocasiões, as pessoas se prostram diante do papa, enquanto ele e carregado. Assim como o deus era carregado "sobre os ombros", assim também os homens carregam o papa, o deus do catolicismo, sobre os ombros, em processões religiosas!

Há uns três mil anos atrás, a mesma pratica era conhecido no Egito, sendo tais procissões uma parte do paganismo ali. A ilustração na pagina seguinte mostra o antigo rei-sacerdote do Egito sendo carregado em meio a multidões de adoradores, por doze homens. Uma comparação da procissão papal de hoje, com a antiga procissão pagã do Egito, mostra que uma e a copia da outra!

No desenho do rei-sacerdote egípcio, observamos o uso do fabellum, um grande abano feito de penas. Este foi conhecido mais tarde como o mistico abano de Baco. E assim como aqueles abanos eram carregados em procissão com o rei-sacerdote pagão, assim também estes são carregados com o papa em ocasiões de Estado. Como a The Encylopedia Britannica diz, "Quando vai a cerimonias solenes (o papa) é carregado na sedia, uma cadeira portátil de veludo vermelho, com um respaldar alto, e escoltado por dois fabelli dle penas" Que estes abanos processionais originaram-se no paganismo do Egito e algo admitido ate mesmo por escritores católicos." Os quatro fortes elos de ferro nas pernas da "Cadeira de Pedro" eram destinados a vigas para carrega-la. Mas, podemos estar certos que o apostolo Pedro jamais foi carregado através de multidões de pessoas que se curvavam diante dele! (cf. Atos 10:25,26).

Que o oficio papal foi produzido por uma mistura de paganismo e cristianismo, pouca duvida resta. O pálio, a mitra de cabeça de peixe, os paramentos babilônicos, as chaves misticas, e o título Sumo Pontífice ou Pontifex Maximus foram todos tomados emprestados do paganismo. Todas estas coisas, e o fato que Cristo jamais instituiu o oficio de papa em sua igreja, mostra claramente que o papa não e o vigário de Cristo ou o sucessor do apostolo Pedro.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um canalha em busca de fama, nobel da paz e presidencia americana à custa de Israel

RABINOS AMEAÇAM KERRY COM "IRA DIVINA"

Nada satisfeitos com a "traição americana" tele-comandada por Obama e "empurrada" pelo secretário de estado John Kerry, um grupo de rabinos de Israel denominado "Rabinos do Comité para Salvar a Terra e o Povo de Israel" enviaram uma carta a John Kerry no passado Domingo, avisando-o que pare com o seu "antagonismo" contra Israel.
Os rabinos censuraram asperamente Kerry pelo seu plano de estabelecer uma capital árabe em Jerusalém para a Autoridade Palestiniana e por querer que Israel recue para as fronteiras anteriores a 1949. No passado Sábado, Kerry ameaçou Israel com um boicote internacional no caso de as conversações falharem, além de insinuações ameaçadoras de uma "Terceira Intifada" feitas já anteriormente.
"Os seus incessantes esforços para expropriar partes integrais da nossa Terra Santa para entregá-las à gangue terrorista do Abbas significam uma declaração de guerra contra o Criador e Governador do Universo. Pois Deus designou toda a Terra de Israel aos nossos ancestrais Abraão, Isaque e Jacob, de forma a que a deixassem em legado, como herança eterna aos seus descendentes, o povo judeu, até ao término dos tempos" - assim reza o início da carta escrita pelos rabinos.

ORAÇÕES CONTRA O PROCESSO DE PAZ

Já há uma semana atrás milhares de judeus reuniram-se junto ao Muro para orarem contra o chamado "decreto Kerry."



AMEAÇAS À SEGURANÇA DE ISRAEL
Alertando sobre a iminente ameaça à segurança que os planos de Kerry traria aos israelitas, e mencionando o exemplo de Gaza que se transformou numa autêntica "rampa de lançamento" de rockets, os rabinos criticaram o plano por este representar a "imediata retirada de 20% dos judeus actualmente vivendo produtivamente na Judeia, Samaria e no vale do Jordão."
A carta afirma ainda que o plano de Kerry "forçaria dezenas de milhar de judeus a serem retirados à força de suas casas e bens, arruinando-os financeira, económica e psicologicamente, tal como aconteceu com os que foram expulsos dos prósperos aldeamentos em Gaza, estando ainda a maior parte deles sofrendo desses traumas."

A MALDIÇÃO CAIRÁ SOBRE OS INIMIGOS DE ISRAEL
Citando a História judaica, a carta declara a Kerry: "Se continuar neste caminho destrutivo, irá assegurar a sua desgraça eterna na História judaica, por ter trazido calamidade sobre o povo judeu - tal como Nabucodonozor e Tito, que destruíram o primeiro e o segundo Grande Templo e toda a Cidade santa de Jerusalém e que, por punição divina, trouxeram desastre sobre eles próprios também."
E a carta ameaça: "Pelo poder da nossa Santa Torá, nós o advertimos a que cesse imediatamente todos os esforços para levar a cabo esses acordos desastrosos - de forma a evitar uma severa punição divina sobre todos os envolvidos."
A carta terminou com uma referência ao próximo feriado judaico da Festa do Purim, em que o Livro de Ester relata os planos genocidas de Hamã contra o povo judeu, mas que se voltaram contra ele, acabando enforcado com a mesma corda que havia preparado para Mardoqueu, o judeu. 

ARROGÂNCIA AMERICANA
O arrogante John Kerry, entretanto, já se pronunciou contra as críticas e ameaças israelitas, afirmando que "não se deixará intimidar" e que "já foi atacado com balas no passado, por isso não será intimidado por palavras."
As "maldições rabínicas" valem o que valem, mas a verdade é que quando o recém falecido ex-primeiro-ministro Ariel Sharon mandou retirar à força os "colonos" judeus da Faixa de Gaza, os rabinos rogaram uma maldição sobre ele, e passado muito pouco tempo Sharon entrou num coma irreversível que durou até à sua morte.
Pessoalmente, não queria estar na pele de John Kerry, muito menos na do Obama...
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